DIÁRIO

27.08.2019

Dois temas de Júlio Verne, este Victor Hugo da viagem: a escotilha do Nautilus, cesura transparente entre os sentimentos flutuantes do observador e os movimentos de uma realidade oceânica; a ferrovia que, numa linha reta, corta o espaço e transforma em velocidade de su...

11.04.2019

Tempos Modernos ... e aqui um braço erguido, agarrando um fragmento de mármore... Ezra Pound, Canto XVI

27.02.2019

Pensamos mediante ruínas. O pensamento antigo se incorpora ao novo como monumento semidestruído. É preciso indagar como o velho se rearticula...

21.12.2018

A Modernidade é o transitório, o efêmero, o contingente, é a metade da arte, sendo a outra metade o eterno e o imutável.Charles Baudelaire

14.12.2018

A faculdade mimética é a leitura mais antiga, aquela anterior a toda língua, feita pelas vísceras, pelas estrelas e pelas danças. Walter Benjamin

19.06.2018

Em todo lugar onde alguma coisa vive, existe, aberto em alguma parte, um registro onde o tempo se inscreve. Henri Bergson

06.06.2018

Mas a cidade não conta o seu passado, ela o contém como as linhas da mão, escrito nos ângulos das ruas, nas grades das janelas, nos corrimãos das escadas, nas antenas dos pára-raios, nos mastros das bandeiras, cada segmento riscado por arranhões, serradelas, entalhes,...

13.03.2018

Vamos!
Pés suaves, em círculo, 
mão com mão, 
marca o ritmo da dança, 
ágeis, os pés avancem! 
Que o coro 
perlustre, atento, as cercanias!

Tradução de Trajano Vieira de trecho de uma estrofe do coro de

As Tesmoforiantes, de Aristófanes.

09.01.2018

Estão vestidos com trajes iguais aos que usavam há poucos anos: graça que revela (me parece) uma consumada frivolidade; de todo modo, devo reconhecer que hoje em dia é muito difundido admirar-se com a magia do passado imediato.

Trecho de A invenção de Morel, Adolfo Bioy...

11.11.2017

Não se trata de falar explicitamente daquilo que ficou para trás, mas de um ambiente pelo qual uma história se passou e que agora parece existir apenas como vestígio ou, numa terminologia mais recente, como  traço performativo.

Leituras do corpo no Japão, Christine Grei...

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© 2015 Jeanice Ferreira

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